De olho na rua

É assim que eu gostaria de ficar a noite inteira: “de olho na rua”.

Por mais que eu tenha tentado espremer os carros dentro da enorme garagem que temos em casa, não adiantou. Ela é grande o suficiente para três carros grandes e – quando muito – quatro carros de médio para pequenos. Ou seja, colocar duas BARCAS, mais o Corsa e o Chevette simplesmente não rola.

De ontem para hoje não tive problemas, pois havia deixado o Chevette na auto elétrica para alguns ajustes em termos de faróis, bomba de combustível, limpador de pára-brisa, etc.

Mas hoje ele já está de volta…

Então, com mais receio que razão, tive que deixar o Titanic II do lado de fora. Na rua.

Tá certo que tirei o tradicional parafuso que corta a corrente elétrica, bem como coloquei uma boa trava na direção. Tirei também o cabo de bobina e mais uns dois cabos de vela por excesso de zelo…

Mesmo assim ainda fiquei com algumas pulguinhas atrás da orelha… E as calotas? E a tampa do tanque? E se resolvessem riscá-lo? E se estourassem o vidro? Enfim, nada mais que pura nóia! No final das contas tudo deve ficar bem.

Pelo menos, assim espero.

Amanhã eu descubro.

Sexta-fotos

E para terminar bem esta sexta, eis um Opala um tanto raro de se ver por aí, pois foge totalmente daqueles conceitos internos de estofamento preto, cinza, etc.

Essa beleza – ano 88, se não me engano – pertenceu ao Maurão, carismática figura ímpar lá da lista de discussão do Opala. Trata-se de um belíssimo exemplar de um Opala bordeaux (desculpem-me, sou um cara das antigas, não gosto desse negócio de “bordô” e muito menos “vinho” – a não ser na sua forma líquida!) carinhosamente chamado pelo seu ex-proprietário de Guairão

Sintonia fina – parte elétrica

Ontem – até por uma questão de falta de espaço na garagem – já havia deixado o Chevette “dormindo” na auto elétrica para conserto de alguns itens básicos: marcador de combustível (ou bóia, ainda não sei), limpador de pára-brisas (só funciona em uma velocidade), lâmpadas do farol baixo (queimada do lado esquerdo), verificação do desembaçador traseiro (que não desembaça), ou seja, coisinhas básicas…

Hoje, tendo vindo com o Titanic II para o trabalho, foi a vez dele passar uma revisãozinha básica. De cara o marcador de temperatura não estava funcionando (não, de novo, NÃO!), o que foi prontamente corrigido com a troca do sensor de temperatura. Como estava meio que bichado aproveitou-se para trocar também mais o relê e algumas outras pecinhas.

Mas ainda tem alguma coisinha que não está muito confortável no barulho/desempenho do carro…

Vou ter que fuçar um bocadinho mais…