Sexta-fotos

Não vou cansá-los com novas desculpas.

Simplesmente garanto que dentro em breve estarei de volta.

Mais exatamente depois do dia 31 de outubro – quando acabam meus esforços quadriplicados do dia-a-dia e volto apenas à normalidade, ou seja, apenas triplicados!

E para que o mês de outubro não passe em branco – até porque o último post foi um acidente de percurso (vide aqui) – eis a foto de um belíssimo 73, que pertence ao Mateus. E mesmo ainda assim ele ainda vai desmontá-lo inteiro para deixá-lo zerado!

Sistema de arrefecimento do Opala

Então. Como ando meio puto (pra não dizer MUITO puto) com esse negócio do radiador que não se acerta, independentemente da questão mecanística (relativa ao mecânico – inventei agora!), resolvi dar uma estudada no assunto.

Segundo o Manual do Chevrolet Opala, de Jarbas Portella (disponível aí do lado), “Da energia potencial da gasolina liberada na combustão, apenas 30% são aproveitados pelo motor em condições ideais. Cerca de 45% são expelidos sob a forma de calor pelos gases da combustão e por irradiação das partes aquecidas do motor, 5% em perdas por atrito e 20% do calor são dissipados pelo sistema de arrefecimento, cuja função é manter o motor dentro dos limites ideais de funcionamento.”

Bom, até aí tudo bem.

Desopalado

Pois é, gente, eis que estou – ainda que temporariamente – desopalado novamente…

Hmmm…

Tem alguém aí?

E aí no fundo, no escuro?

Ninguém?

Bem, zuzo bem. Meu compromisso de manter esse cantinho virtual é mais para comigo mesmo do que para com qualquer outro!

Enfim, depois de tudo pelo que eu já havia passado com essa história de radiador (as últimas, com o Titanic II, estão contadas aqui e aqui), eis que, com o Poseidon, começou tudo de novo…

Lembram daquela viagem para Itu? Então. O que eu não contei quando daquela narrativa é que, além do combustível, outra coisa me preocupava.

A temperatura.

O carro estava aquecendo demais, o que não era normal. O ponteirinho da temperatura invariavelmente ultrapassava a metade e beirava o limite! Quando chegava nessa situação eu simplesmente enfiava um ponto morto no carro e aproveitava alguma descida para meter na banguela (ei, que vergonha é essa? nunca ouviu essa expressão, não?). Somente assim, com o motor em sua rotação mínima e com bastante vento no radiador é que a temperatura dava uma quebrada…

Por mais de uma vez tive que completar a água e, ainda assim, a temperatura continuava subindo bem mais do que o normal.

Levei a viatura lá no especialista em radiadores, que encontrou alguns vazamentos, soldou, limpou e deixou tudo como novo.

Mas a água ainda estava baixando.

Voltei e trocamos as braçadeiras.

Ainda estava baixando.

Trocamos a tampa.

Baixando.

Já no limite da comprovação de que a esperança usualmente sobrepuja a racionalidade ainda fui pra Arujá, apenas a 60km de casa, num festival de flores pra levar a Dona Patroa, meu sogro e a criançada (outro dia conto melhor essa história).

O motor funcionou bem como nunca. O radiador ferveu como sempre.

Bem, diante de tudo isso, levei a um outro especialista em Opalas, lá em Jacareí, para que ele fizesse um diagnóstico completo em todo o sistema de arrefecimento do veículo (o caboclo é bão). Dois dias de testes (e lá se foi um final de semana), três dias de desmontagem (e lá se foi a semana com o feriado) e agora mais uns dois dias pra remontar (e lá se vai o outro final de semana). Mas, em tese, na terça deverá ficar pronto!

O negócio é aguardar…

E contar com a paciência da Dona Patroa em me levar e buscar no trabalho todos os dias…

Atualização de arquivos: Setembro de 2008 acabou, depois de longa e tenebrosa inércia. Agora é outubro.

Off-road

Não sei definir se é uma tentativa de caminhonete, de trator, de jipe, ou sei lá o quê.

Só consegui entender é que a tentativa foi de deixá-lo “off-road”.

E deu no que deu.

Como disse o amigo virtual Eduardo há alguns posts atrás, se encontrar com esse carro na encruzilhada, chuta que é macumba!