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2013

Arquivo Anual

Nós em Foz – Saindo das docas

26 dez 2013 | Guardado em: No mundo lá fora |

Diário de bordo. Data estelar: vinte, seis, treze, doze, ponto, vinte, quarenta. Primeiro Ciclo. Fim de ano. A fronteira final. Estas são as viagens da família Miura-Andrade em sua missão de sete dias para explorar novos e estranhos lugares, pesquisar novas formas de divertimento e novas comunidades, audaciosamente indo onde nenhum deles jamais esteve.

Pois bem. No capítulo de hoje, já tendo combinado encontrar com nossos amigos e companheiros de viagem às oito da matina para pegar a estrada, e com as malas prontas desde a noite anterior, restaram apenas as últimas recomendações e providências no tocante à casa e sua guarda. Desligar o gás, recolher as roupas do varal, tirar alguns aparelhos das tomadas, congelar algumas comidas e livrar-nos de outras que certamente iriam estragar – coisas do gênero. Nessa tarefa acabei encontrando jogado num canto um interessante bottom. Perguntei aos filhotes se pertencia a algum deles ou a algum jogo. Nada. Fiquei feliz com o bom augúrio. Isso porque o desenho gravado era o de uma coruja branca. E – não sei se já comentei por aqui – já tem uns dez anos que adotei esse animal como o totem de nossa família. Isso graças a uma teimosa corujinha que costumava nos vigiar quando morávamos num apartamento… Mas isso já é outra história! Por ora a corujinha vai pra carteira, pra sempre me acompanhar, e de lá não sai mais…

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Aliás, ainda na noite anterior recebi uma ligação do amigo Flávio não só para desejar um Feliz Natal como também acabamos combinando um almoço já para o dia seguinte, pois ele e a família estavam em uma cidade que fica mais ou menos na nossa rota: Conchas – um pouco depois de onde Judas perdeu as meias (as botas ficaram bem antes). A propósito, quem nasce em Conchas é o quê? Aproveitando o ensejo já nos convidou para passar a virada de ano lá com ele e a família. Conversei com a Dona Patroa e tive a melhor resposta que eu poderia ouvir: “Por que não?”

Afinal combinamos que seriam dois dias de ida, dois dias de passeio e dois dias de volta. Exatamente a tempo de parar no meio do caminho. Tá, um quarto do caminho pro lado de cá. Ainda assim certamente valeria a pena!

Pois bem, às oito em ponto estávamos no local combinado e acabamos tendo que aguardar uma horinha até que Wagner, Dani e família também estivessem prontos. Como a viagem havia sido originalmente programada por eles a regra geral num caso destes é não causar nenhum embaraço aos planos traçados. E assim o fizemos.

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Nesse meio tempo, enquanto esperávamos, acabei descobrindo que a Spin já contava com seu primeiro amassadinho, nem tanto perceptível e num local quase impossível (em que pese o engate instalado somente para evitar colisões): bem na parte superior mais alta da tampa traseira. Não me perguntem. Não sei como aconteceu. Nem a Dona Patroa. Nem ninguém. É sempre assim…

Mas zuzo bem, afinal de contas o carro é dela, não é mesmo?

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Enfim, todos prontos, tanque cheio, pneus calibrados, carros lotados, então toca pra estrada!

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É curioso…

Acho que realmente há muito tempo não fazíamos uma viagem bem longa. Na verdade creio que a última foi aquela para Minas – nem tão longe assim – e que já tem pelo menos mais de dois anos! Além de meu inseparável pendrive com a coleção de músicas em MP3 que mais gosto (e percebo que tanto a Dona Patroa quanto os filhotes já estão ficando meio que saturados dessas músicas), viagens assim me fazem pensar e pensar muito… Num dia lindo, com o céu azul, nuvens com formações fantásticas e uma estrada tranquila, a capacidade que tenho de me abstrair é gigantesca!

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E, na memória, um assunto puxa outro e acabei por me lembrar de nossa Lua de Mel, há pouco mais de 15 anos, quando fomos para Porto Seguro. Na verdade foi um presente de nossos amigos, demais advogados do escritório em que trabalhávamos, quando nos casamos. E, na verdade da verdade, ela meio que tentou “trocar” a passagem com eles, pois já naquela época queria conhecer Foz do Iguaçu – o que, é lógico, acabou não rolando. É que ela já havia viajado para Porto Seguro – e, se não me engano, com a mesma amiga Dani que agora nos acompanhava no outro carro – só que eu não. E, talvez, tenha sido por isso que, na época, acabou concordando em ir novamente para lá. Paciência. Ainda assim foi muito bom – novidades para mim e uma outra visão para ela. Mas durante todos estes anos parece-me que, ainda que secretamente, ela acalentou a idéia de viajar para o Sul e realizar seu desejo. Bem, demorou, mas enfim o sonho se realizaria!

Já bem adiantados na Castelo, depois de umas duas fechadas involuntárias que dei em uns apressadinhos na Marginal do Tietê, resolvemos dar uma parada rápida para as necessidades básicas do ser humano. Entenda-se: banheiro e café, não necessariamente nesta ordem. Aliás foi o momento também para um sorvete (tava quentepracaramba) e para avaliar a quantidade monumental de insetos que sacrificaram suas nada preciosas vidas nos pára-brisas dos carros… Aliás, lembrei-me de Bee Movie

De volta pra estrada, não demorou muito para fechar este primeiro ciclo com uma parada estratégica para almoço – num desses postos Graal (e que tem tudo a mesma cara). E, é claro, aquele que ficava “perto” de Conchas. Ou seja, coisa de uns trinta quilômetros… Mesmo assim meus amigos Flávio e a Carina fizeram questão de ir até lá – muito bem acompanhados do sobrinho Júlio – para, pelo menos um café. Combinamos o que tínhamos que combinar para o Ano Novo (que, é lógico, foi tudo recombinado novamente depois) e preparamo-nos para retomar viagem – não sem antes ao menos uma foto para registrar o momento:

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Da esquerda para a direita: Isabela, Wagner, Capitão América, Flávio, Júlio, Carina, Dona Patroa, Stela, Daniela, Luís Miguel, Erik e Kevin. Onde está o Jean? Bem, alguém tinha que tirar essa foto, não tinha?…

(Ah, cá entre nós, segundo o Flávio quem nasce em Conchas é “PÉROLA”… Tomô?)

Nós em Foz – Prelúdio

24 dez 2013 | Guardado em: No mundo lá fora |

Diário de bordo. Data estelar: vinte, quatro, treze, doze, ponto, quinze, sete. Fim de ano. A fronteira final. Estas são as viagens da família Miura-Andrade em sua missão de sete dias para explorar novos e estranhos lugares, pesquisar novas formas de divertimento e novas comunidades, audaciosamente indo onde nenhum deles jamais esteve.

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Nossa aventura começa exatamente num “concílio familiar”, onde, logo após um intercolóquio etílico-churrasquístico para comemorar o aniversário do filhote do meio, eu e a Dona Patroa chamamos toda a Tropinha de Elite para uma proposta simples jamais realizada (ao menos não com essa distância): percorrer os aproximadamente 1.200 quilômetros que nos separam de Foz do Iguaçu.

Após algumas discussões curtas, óbvias e básicas – como, por exemplo, a certeza absoluta que tanto nossas contas bancárias quanto nossos cartões de crédito é que a médio prazo iriam sofrer com uma decisão dessas – resolvemos que sim, iríamos enfrentar a estrada. A bem da verdade acompanhando um casal de amigos nossos – Daniela e Wagner – juntamente com seus também três filhos. Até não muito tempo atrás eu costumava dizer que era o único casal com quem nos encontrávamos, no mínimo, seis vezes por ano: nas festas de aniversário dos três filhos deles e nas dos nossos três. Mas agora, com a adolescência batendo à porta dos mais velhos, essa constância já não é tanta…

Mas tergiverso.

A data marcada para lançamento foi fixada para dali a apenas cinco dias, logo após o Natal. Os preparativos começaram quase que imediatamente, pois a fortaleza precisaria ser lacrada, com acesso apenas ao sempre pronto e atento sobrinho de plantão – o Heidy – que se dispôs, durante nossa ausência, a cuidar da nossa prole canina, felina e aquática.

Como iríamos todos, inclusive meu sogro – que, lá pela quarta tentativa (surdo-como-uma-porta-sem-maçaneta) conseguiu entender que viajaríamos -, a primeira providência seria acomodar as malas de todos confortavelmente. Bem, a Spin, com todos os bancos em uso (até porque o último somente rebate em dupla), não deixa muita opção para bagagem, de modo que resolvemos dar uma checada no quanto custaria um daqueles “bagageiros maleiros de teto” – que parece PRA CARAMBA com o caixão-torpedo do Spock em Star Trek II

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A variação foi de 900 contos a mais de dois mil! Dependendo do tamanho e da facilidade de acesso – pois, no caso da Spin, um carro alto, o melhor seria um maleiro que tivesse a abertura pelas laterais – o custo aumenta prodigiosamente. Na boa? Vai é todo mundo apertado mesmo, com mala no colo, colo no colo, tudo espremido ou seja lá o que for! O que não dá é deixar de viajar porque o dinheiro foi todo consumido nos preparativos da viagem. Esse certamente vai ficar para uma próxima viagem…

Outra “novidade” com que a Dona Patroa apareceu foi o tal de “Sem Parar”: uma espécie de assinatura que dá direito a um aparelhinho que serve para reconhecimento automático nos pedágios da vida. Dezessete reais de manutenção mensal e cobrança diretamente em conta-corrente de todos os valores referentes aos pedágios que encontrarmos pelo caminho. A vantagem, nesse caso, para uma viagem longa como a nossa é que pouparemos um grande tempo com relação às filas que certamente enfrentaríamos se não fosse isso.

Aliás, falando em pedágio e viagens, é lógico que fomos dar uma fuçada na Internet para saber um pouco mais sobre dicas e rotas e custos e outros quetais. Um site muito legal para se visitar é o www.mapeia.com.br, que faz o cálculo do total a ser gasto com pedágios (inclusive indicando os locais e valores em cada um deles), do tempo de viagem e até mesmo do gasto estimado de combustível. Ali verificamos que gastaríamos pouco mais de R$150,00 em pedágio (só ida) e até traçamos o roteiro, saindo de São José dos Campos, atravessando a Capital, pegando a Castelo, passando por Ourinhos em direção à Londrina e, dali, rumo a Cascavel e finalmente Foz do Iguaçu.

Aproveitei ainda para atualizar os mapas do meu bom e velho (e trollador) GPS Foston. Baixei quase um giga de arquivos, transferi para a memória do bichinho, atualizei o software e constatei que, definitivamente, ele estava mudo. Nem tanto pelos mapas, mas pelos alertas de radar ele sempre se mostrou útil (ou quase). Que fazer? Bem, tendo verificado que o problema era no alto falante dele a única opção seria utilizá-lo com um fone de ouvido, pois essa saída estava funcional. Incômodo, eu sei – mesmo usando apenas um. Mas como sou eu que vou dirigir e a Dona Patroa que vai ao lado…

Ela só não sabe disso.

Ainda.

Reagregando

16 dez 2013 | Guardado em: O Projeto |

Em nossa visita semanal que nem sempre se dá toda semana, na da semana passada o Seo Waltair me pediu os parafusos para prender o agregado dianteiro. Ou seja, estamos falando dos parafusos (dianteiro e traseiro) da suspensão dianteira – quatro ao todo – constituídos por: o parafuso da suspensão propriamente dito, tubo da suspensão (sendo 126,5mm o dianteiro e 110mm o traseiro), bucha, coxim e porca. Com isso reagregaremos o agregado na longarina já devidamente soldada. Eis um exemplinho prático para que entendam melhor essa bagaça:

Fucei em casa e os descobri muito bem guardadinhos onde deveriam estar. Raro isso. Aproveitei o ensejo que um amigo do trabalho estava com um probleminha no carro e queria que eu indicasse um mecânico. Adivinhem? Sim, indiquei o próprio. E – lógico – aproveitei a carona…

Entregues os parafusos agora vai ser providenciada a montagem. E, também, a adaptação da direção hidráulica, pois nesse caso a coluna da direção é mais curta. Como entraremos no período de Natal e Ano Novo acho que nem vou lá perturbar o povo da oficina nas próximas duas semanas… Mas, pelo jeito, iniciaremos 2014 com novidades e o Titanic já começando a (re)tomar sua verdadeira forma!

Mas vamos a algumas fotinhos que é o que vocês realmente querem! 🙂
 

 

 

Enquanto isso…

14 dez 2013 | Guardado em: Nona Arte |

Entrei na máquina do tempo, dei um pulinho até o futuro e voltei com minha própria foto…

Um combate inusitado

05 dez 2013 | Guardado em: No mundo lá fora |

Já ouviram falar de “Super Power Beat Down”? Não? Tudo bem, vocês são opaleiros e não vieram aqui pra isso… Mas no meu caso eu também sou assim, digamos… meio nerd… De modo que me encanto até mesmo com pequenas bobagens e referências do mundo dos quadrinhos, cinema e ficção de um modo geral.

E foi assim, com encanto, que sem querer acabei encontrando esse vídeo. Foi feito por um pessoal que tem por “compromisso” promover lutas impossíveis entre grandes personagens – inclusive, em alguns casos, com uma qualidade surpreendente! Dentre outros combates já assisti Batman x Wolverine (uma luta injusta), Thor x Superman (um dos melhores), Batman x Deadpool (hilário), Darth Vader x Gandalf (“You shall not pass!”), enfim, diversão garantida!

E por que estou tratando deste assunto neste “blog automobilístico”?

Simplesmente porque a luta impossível da vez foi a do Batmóvel x Batmóvel!

Explico.

Tanto nos quadrinhos quanto nos cinemas existiram diversas versões do Batmóvel, algumas mais famosas, outras nem tanto. Mas, desde sua primeira aparição nos quadrinhos, em 1939, em especial dois se destacaram: o que foi construído a partir de um Lincoln Futura, utilizado no seriado de 1966, e aquele outro, totalmente inovador, criado especialmente para o filme Batman, de 1989. E, cá entre nós, o que aconteceria se os dois fossem para uma pista disputar quem é mais veloz?…

Foi esse o combate inusitado que esse pessoal inventou!

Marmelada? Sim, certamente. Mas nem por isso menos divertido…

Confiram então essa “versão reduzida” do embate que recortei do original e disponibilizei aí embaixo:

 
Agora, se vocês quiserem ver a "versão completa" (com mais de 10 minutos), então podem assistir o original Bat in the sun, com direito, no final, a uma bela lavagem do batmóvel pela apresentadora - ah, e de biquini...

Weeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!

04 dez 2013 | Guardado em: Nona Arte |

O primeiro carro a álcool

03 dez 2013 | Guardado em: Na telinha |

Em tempos de “politicamente correto” (que acaba sendo sinônimo de “extremamente chato”), brincadeiras como essa seriam impensáveis… Mas como este blog é atemporal – até porque estamos tratando de Opalas – então não custa ver como este nosso herói automotivo já estrelou propagandas e programas de época!

Sem novidades…

03 dez 2013 | Guardado em: Nona Arte, O Projeto |

É, nossa visita desta semana não tem nada a acrescentar às últimas informações, ó incautos seguidores. Sim, estou falando com quase vocês três que ainda têm a paciência de ler o que se passa por aqui…

De fato o pintor deu o cano e o Seo Waltair já combinou com outro para dar os retoques necessários. Somente depois disso é que começa a montagem de todo o restante da estrutura. Na boa? Pra mim tudo bem – até porque ainda não saiu o décimo terceiro e a fatura do cartão ainda está alta!

Então, já que não temos novidades no mundo material, então vamos trabalhar um bocadinho com o mundo virtual, certo? Como se eu já não participasse das redes sociais de praxe, resolvi criar uma página específica para este blog lá no Facebook. Anotem aí:

www.facebook.com/projeto676.com.br

E o que teremos por lá? Nada mais do que já temos por aqui. Só a “linguagem” que é diferente…

E para não passarmos em branco, então digam-me vocês, amantes da Nona Arte: que tal dar uma mexidinha no motor nessa oficina aí embaixo, hein? 😉

Fast & Furious

02 dez 2013 | Guardado em: No mundo lá fora |

Confesso que, de todos os filmes da franquia, gostei somente dos dois primeiros. O original, lógico, pela novidade e pela nova linguagem que trazia ao cinema em se tratando de máquinas de alta performance. E o segundo pelo bom humor e, em especial, pelos muscle cars que aparecem…

A notícia em sei roubartilhei daqui.

O ator Paul Walker, astro da franquia “Velozes e furiosos”, ao lado de Vin Diesel, morreu na tarde deste sábado (30), aos 40 anos, em um acidente de carro na cidade de Santa Clarita, no sul da Califórnia, como informado em suas contas oficiais no Twitter e no Facebook. Ele deixa uma filha, Meadow, de 15 anos.

“Lamentamos confirmar que Paul morreu em um trágico acidente de carro durante um evento beneficente para sua organização Reach Out Worldwide. Era o passageiro no carro de um amigo (Roger Rodas), no qual ambos perderam a vida”, informou sua equipe de relações públicas no Facebook.

Mapa do acidente de Paul WalkerFontes ligadas a Paul Walker disseram ao site especializado em notícias sobre celebridades TMZ que ele estava em um Porsche que pegou fogo ao bater em um poste e em uma árvore. Segundo o departamento de Polícia do Condado de Los Angeles, o acidente aconteceu por volta das 15h30, no horário local (21h30 de Brasília).

“A velocidade foi um fator no acidente”, informou o gabinete do xerife de Los Angeles à CNN. Um comunicado das autoridades diz que o resgate chegou quando o veículo ainda estava pegando fogo. Após apagarem as chamas, os bombeiros encontraram dois ocupantes, que foram declarados mortos no local.

O site da Reach Out Worldwide afirma que o evento deste sábado era destinado a beneficiar as vítimas do tufão Haiyan, nas Filipinas. O ator criou a entidade em 2010 para ajudar pessoas afetadas por catástrofes naturais.

A agência Associated Press divulgou fotos do acidente envolvendo o Porsche vermelho na comunidade de Valência, em Santa Clarita, na Califórnia.

“Ele estava muito feliz. Estava sorrindo para todo mundo, agradando todas essas pessoas que vieram a esse evento de caridade. Estava fazendo o que amava, rodeado por amigos e cercado por carros”, declarou Bill Townsend, amigo do ator, à AP.

Paul Walker em maio de 2013Paul Walker iniciou seu trabalho como ator quando ainda era criança, primeiro com um comercial para uma marca de fraldas, quando tinha 2 anos, e, em seguida, com participações em programas como “Highway to heaven” (“O homem que veio do céu”, no Brasil) e “Touched by an angel” (“Toque de um anjo”).

Seus primeiros papéis no cinema foram com personagens coadjuvantes em filmes para adolescentes, mais notavelmente em “Marcação cerrada”, de 1999. O ator ganhou fama no papel de Brian O’Conner, um ex-policial envolvido em corridas clandestinas de carros, na série de filmes “Velozes e furiosos”.

Walker filmava atualmente a sétima parte de “Velozes e furiosos”. A famosa saga automobilística arrecadou quase US$ 2,4 bilhões nas bilheterias de todo o mundo.

Paul também atuou no filme “Hours”, uma produção independente programada para ser lançada em 13 de dezembro, nos Estados Unidos. O filme conta a história de um pai que luta para manter o filho recém-nascido vivo, no rescaldo do furacão Katrina, em Nova Orleans.


Foto do carro que Paul Walker estava na hora do acidente.


Bombeiros trabalham em Porsche destruído em acidente neste sábado em Valencia, na cidade de Santa Clarita, Califórnia.


Porsche destruído em acidente neste sábado em Valencia, na cidade de Santa Clarita, Califórnia.


O carro do ator Paul Walker que pegou fogo foi fotografado após o término das chamas.

A cor certa

25 nov 2013 | Guardado em: O Projeto |

Bem, eis aqui um mea culpa

Eu havia dito que a tinta escolhida foi o Laranja Boreal. Mas, na verdade, foi outra!

Essa cor aí de cima é a que consta no catálogo de cores da Chevrolet, código 131, conforme se vê aqui. Foi a que vi na “palheta de cores” que o Seo Zé me mostrou, antes de começarmos a caçar a cor ideal. E foi por isso que fiquei com ela na cabeça e achei que tinha sido a escolhida.

Mas, na verdade, a grande vencedora foi a cor Laranja Nepal.

A Dona Patroa trouxe a lata com um quarto de tinta para retocar as soldas e só então vi que a cor era outra…

Levei-a na semana passada mesmo para o mecânico, que disse que ia acertar com um pintor para dar os retoques.

Hoje passei por lá. Nada ainda. É… O pintor deve ser irmão do soldador… Pois este também demorou pacas pra chegar!

Mas, no problem! Como já disse antes, sem pressa e sem grana – devagar e sempre!

Laranja Nepal

Um jovem soldado

19 nov 2013 | Guardado em: O Projeto |

Caríssimos: eis que nesta visita semanal de segunda (mas feita, hoje, terça, porque ontem não deu tempo…) já temos algumas pequenas novidades!

Antes de mais nada, hoje, quando cheguei na oficina, já fui entrando com um sorriso besta… É que, para começar a montagem dos agregados, a carcaça foi levantada um tanto e, de longe, você já vê a chamativa cor laranja num estranho carro ao fundo. Dá gosto de ver que as coisas estão caminhando!

Bem, mas vamos às novidades.

A começar da bendita solda na longarina – finalmente realizada! – que ficou ótima! Não só desfez aquela elétrica d’antes, como também já acoplou uma chapa de reforço tanto interna quanto externamente, de modo que o “berço” do motor agora está pronto para recebê-lo com honras! Bem… Quase. É que, com a solda, ainda que se tenha dado um fundo, ainda vai faltar jogar o “bate-pedra” e dar uma retocada na cor “original” – ou seja, o nosso bem-quisto laranja boreal. No problem! Já conversei com o “Seo Zé” (o da funilaria, lembram?) e ele disse que restou, sim, um bocadinho de tinta que dá e sobra para o necessário. Como meus horários e disponibilidades são pra lá de complicados, combinamos que a Dona Patroa vai dar uma passadinha por lá e pegar isso.

Como o soldador já deu um pontinho atrás também, lá na lanterna, não sei se dá pra aproveitar a mão de obra e também já retocar esse local. Se der, bem, se não der, amém! Até porque essa parte mais exposta merece um acabamento mais detalhado que, oportunamente, vai ficar a cargo do “Seo Zé”.

As peças da direção hidráulica já estão nas mãos dele (e deveriam mesmo estar, porque o cheque foi compensado ontem…) e, assim que for efetuado o retoque nas longarinas, ele já começa a montar todo o conjunto.

Outro problema detectado: as molas traseiras não são traseiras. Muito grandes. Bem, antes mesmo da montagem o Seo Waltair, vendo-as numa das caixas, já havia cantado essa bola. Pintou, reformou e tentou porque tentou colocá-las no lugar. Nada. Até entraram, porém não davam a distância correta para instalação dos amortecedores (que ficaram faltando “um tanto assim”…) – aliás, diga-se de passagem, um dos amortecedores também está travado.

Solução?

Troca mola, troca amortecedor.

Se minha pretensão é reconstruir o carro ponto a ponto, de dentro pra fora, de baixo pra cima, não faz sentido fazer nada meia boca já nesse momento.

E, no caso do agregado dianteiro, está faltando a capa de proteção de um dos lados do freio a disco. Até estava lá, mas somente alguns pedaços… Mais uma vez, já que estamos com tudo desmontado ele vai fazer uma busca para ver se encontra uma igual. Quanto às pastilhas de freio acho que nem preciso falar, né? Anos de uso seguidos por anos de inanição. Simplesmente “derretidas”. Troca, também.

Parece fácil, não é mesmo?

“Tá ruim? Troca!”

Ei, pessoal, vocês vêem as pingas que eu tomo mas não vêem os tombos que eu levo!

A conta corrente continua em queda livre abaixo da linha do negativo e as negociações com cartões de crédito caminham a passos largos…

O final desta Fase Quatro será marcado por uma avaliação (e – por que não? – uma nova negociação) de quanto tempo e quanto dinheiro deverão ser consumidos na Fase Cinco, que será a efetiva montagem e funcionamento do motor.

E, sim, o Seo Waltair está ciente de tudo isso. É o justo, pois, como diria Jack, “vamos por partes”!

Mas inegável o sorriso de orgulho dele ao me contar que todo mundo que passa pela oficina obrigatoriamente vai até lá no fundo para ver – e elogiar – aquele bom e velho Opalão que está sendo reformado…

Isso mesmo, o meu, o seu, o nosso Titanic!

😀

Imperial I – Class Star Destroyer

18 nov 2013 | Guardado em: Poseidon / Cruzador Imperial |

Eu já havia dito antes, o Comodoro do dia a dia tem sido paulatinamente “rebatizado” para Cruzador Imperial.

Vinha levando isso meio assim, na maciota – mas só até agora!

É que o carro tem um sistema de alarme com sensor de presença, de modo que tenho que andar sempre com um outro controle no bolso ou na mala para garantir que o mesmo funcione. E, nesse outro controle, havia pendurado um chaveiro com o bat-sinal.

Não mais.

Vejam só a consideração dos filhotes número 2 e 3, depois que ontem visitaram a Vale Comics e me trouxeram este mimo:

Ou seja, se não por um motivo, ao menos por outro, agora esta minha barca também conhecida como Cruzador Imperial está devidamente “protegido” e sob a segurança do ilustríssimo Lord Darth Vader

Ah, e que ainda acende o zóinho!

Sim, eu tenho um Opala!

17 nov 2013 | Guardado em: Fraseologia |

O início do (re)começo

11 nov 2013 | Guardado em: O Projeto |

De quê, mesmo?

Ora, da (re)montagem do Titanic, é claro!

O soldador ainda não apareceu na oficina, mas como o Seo Waltair garantiu que o caboclo é bão (e – vamos combinar? – não estou com um pingo de pressa), continuamos no aguardo da disponibilidade do sujeito.

Mas agora, definitivamente, teve início a reconstrução deste poderoso bólido que será nosso Opala! E se alguém tiver a mínima idéia do que raios eu quis dizer com isso, por favor me avise!!!

Bem, onde eu estava?

Ah, sim. Reconstrução. Por onde mesmo? A começar pelas bandejas traseiras!

Enquanto isso o agregado dianteiro aguarda sua vez, devidamente pintado e içado. Não necessariamente nessa ordem.

Isso fora outras tantas pequenas peças espalhadas aqui e ali – mas bem acomodadas dentro da lataria, que é pra ninguém mexer…

No mais, uma boa notícia. Depois de um agradabílissimo proseio acerca da lua de mel do Seo Waltair, nos idos da década de setenta, dentro de um legítimo SS que fez todo o circuito das águas de MInas, ele me disse que encontrou uma direção hidráulica “no ponto”. Reformada, recondicionada, de um dos modelos mais recentes e pronta para ser instalada. Parece que um sujeito combinou de vender para um outro distinto que a colocaria num jipe. Como não apareceu para reclamar a danada, eis que a colocou à venda. Agorinha mesmo. Seo Waltair pediu-lhe que segurasse um bocadinho enquanto iria conversar comigo.

A má notícia?

Um conto e meio. Ainda que dentro da previsão original, ainda assim estamos falando de miliquinhêntusreáus… Ah, e à vista.

É de espanar, mesmo…

Bem, vamos lá.

O que não tem remédio, remediado está.

Aceita cheque pro dia quinze? Aceita. Então é esse mesmo.

E, como diz a antiga música: “e vamos outra vez pro fundo do buraco…”

Sem novidades

04 nov 2013 | Guardado em: O Projeto |

Combinei com o Seo Waltair que faria visitas semanais: a uma, para não encher tanto o saco fazendo crer que eu estaria com pressa para a conclusão do serviço; a duas, para não perder totalmente o contato e ajudar nesta ou naquela decisão, quando chegar o momento.

O soldador ainda tá meio que enrolando ele, por isso que ainda não foi reconstruída a longarina. Mas, em tese, esta semana deve sair.

E ele até já achou três direções hidráulicas completas, porém duas delas eram de modelos mais antigos (o que dificultaria uma eventual necessidade de substituição de qualquer de suas peças) e a terceira, ainda que de um modelo mais novo, não estava totalmente aproveitável…

Paciência, paciência… Isso é uma virtude!

(Que eu acho que não tenho…)

Dia de faxina

02 nov 2013 | Guardado em: Ferramental |

Pois é, sábado é o dia internacionalmente conhecido como “Dia de Faxina”.

E, no nosso caso, estamos falando da garagem que virá a abrigar o Titanic num futuro não tão, tão distante…

É que, após concluir a mecânica leve (instalação das rodas, freios e direção) partiremos para a mecânica pesada (motor e todos os acessórios indispensáveis para seu funcionamento). Calculo que, ultrapassadas essas fases, estarei com minha conta-corrente numa situação pra lá de lastimável e será necessário algum tempo até eu conseguir me recompor.

E que fazer nesse meio tempo?

A parte elétrica, é claro!

Vejam bem, com o carro devidamente calçado e com o motor funcionando, todo o detalhamento da parte elétrica – incluído aí a “construção” de um novo chicote – terá que ser feito sem pressa, item a item, já prevendo novas “funcionalidades” que talvez eu venha a colocar no veículo… E onde fazer isso? Na própria garagem de casa, é lógico!

Mas voltemos ao ponto. Vejam como ela estava:

Clique na imagem para ampliar!

Perceba-se ao fundo a quantidade de tralhas encostadas na parede, à direita das bancadinhas que meu sogro usa para suas gambiarras. Já na parede da direita, um gaveteiro (cheio de cupins e que acabou indo para a “doação”) que abriga uma pequena parte de minhas ferramentas e uma boa parte das miudezas do Titanic. E, ainda, a bancada que construí (lembram-se dela?) e mais duas camas de solteiro encostadas, aguardando seu novo lar.

Bem, mãos à obra. Reorganizei uma parte interna da garagem (ali, onde está o Gol) e alguma coisa pôde ser levada para dentro. Joguei fora muitas tábuas de construção (ainda com cimento), canos, latas, bambus e afins. Transferi o acervo do gaveteiro para um outro (do meu sogro) que estava ali de bobeira e, apesar do estado geral não lá muito bom, ao menos sem cupins. Geladeira pro canto, camas pra dentro, material de construção à direita, bancadas de trabalho num único local. Meu cunhado levou duas bicicletinhas infantis encostadas, mais alguns aros de um Fusca que eu guardei até hoje sabe-se lá para quê. Com tudo isso sobrou espaço suficiente para encostar as bicicletas na parede do fundo – sendo que ainda estou devendo à Dona Patroa a instalação de ganchos para que as bikes fiquem suspensas, sem “atrapalhar”. Pode parecer que não mudou muita coisa, mas garanto-lhes que ganhei um espaço considerável na garagem:

Clique na imagem para ampliar!

Só para se ter uma idéia, antes não dava sequer para limpar direito o local, mas agora já seria possível uma bela duma limpeza com mangueira. Parte essa que ficou ao encargo da mui solícita Dona Patroa, pois naquele momento eu já estava exausto e ela percebeu que eu iria ficar só na varrição mesmo… Aliás, ali mesmo eu já sentia que The Day After iria ser terrível, pois TODOS meus músculos JÁ estavam doendo – inclusive alguns que eu nem sabia que existia!

Bem, dadas tais condições, fazer o quê?

Nessa hora servi-me de uma breja e fiquei por ali, apenas dando apoio moral enquanto ela lavava anos de pó para fora…

Próximos passos (se a conta-corrente deixar): pintura e iluminação!

Um mundo de cores

30 out 2013 | Guardado em: Antiguidades |

Por incrível que pareça ainda tem gente que se espanta quando eu conto que 1) tenho OUTRO Opala e 2) mandei pintar de laranja.

Cá entre nós, só pra afrescalhar: “Laranja Boreal”…

Mas, como já disse mais de uma vez, nos dias atuais, com a esmagadora maioria dos carros sendo branco, preto, prata e cinza, um mundo um pouco mais colorido faz falta! Sendo, sim, um saudosista, é o que deixa bem claro essa foto de época:

Mais antigos - engata a ré!