Fechando 2015…

Ainda que tarde para um “Feliz Natal”, ainda há tempo para um “Próspero Ano Novo”…

Pois é, caríssimos, como sabem a crise pegou todos de jeito. Não adianta me dizerem que a culpa é deste ou daquele partido político, pois, na minha humilde opinião, foi a “conjuntura” que nos trouxe ao presente momento. Independentemente de minhas próprias convicções, acho que todos – sem exceção – colaboraram para o atual estágio da economia. Essa crise política, essa insistência num “terceiro turno”, os escândalos, a corrupção, um “impeachment” sem consistência jurídica, um vice-presidente fraco, um presidente da Câmara mau caráter e mesmo uma presidente que aparenta estar perdida em meio a tudo isso – bem, são esses os pontos principais dessa maçaroca.

E, “graças” aos advogados de plantão, com seus recursos intermináveis, não vejo um breve fim para essa crise política…

E enquanto a crise política persistir, a crise econômica haverá de perdurar.

E é por isso que é importante aprender com a história:

O orçamento deve ser equilibrado, o tesouro público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos para que Roma não vá à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver às custas do Estado.

Marcus Tullius Cicero (*106 aC / +43 aC)

Mas isso é só pra pensar um bocadinho… Deixemos a política de lado, porque esse nunca foi intento deste nosso espaço virtual: afinal se você está aqui é porque quer, no mínimo, falar sobre Opalas!

E, opalisticamente falando, O Projeto continua do mesmo jeitinho, devagar e sempre. Afinal a crise que citei aí em cima (ói ela de novo…) também afetou os parcos recursos deste ancião que vos tecla. Desde que o motor foi retificado, começou a luta para encontrar as peças originais ou paralelas de boa qualidade (que só o Seo Waltair sabe reconhecer) para a montagem. Na última semana antes do Natal passei por lá e ele me informou que já tinha conseguido praticamente tudo, das bronzinas aos tuchos – inclusive um chicote novo, montado por um caboclo especialmente para o modelo do Titanic (1979).

O motor foi pintado (não, não nas cores “originais”, lembram-se?), outras peças estão ficando no ponto e a última busca que ele tem feito é por um tanque de gasolina de metal.

Para não ficarmos somente nas palavras, eis algumas imagens do nosso querido Titanic, inclusive da poeira que o recobre – segundo o Seo Waltair é pra proteger a pintura…

Clique na imagem para ampliar!

 

Clique na imagem para ampliar!

 

Clique na imagem para ampliar!

 

Clique na imagem para ampliar!

 

Clique na imagem para ampliar!

 

Clique na imagem para ampliar!

 

Clique na imagem para ampliar!

 

Clique na imagem para ampliar!

Bão, é isso, moçada.

Aguardemos com ansiedade o ano de 2016, quando, certamente, esse velho motor voltará a rugir, uma vez que restaurada toda a força de seu coração mecânico.

Boas festas procês!!!

😀
 

Opala Comodoro 1990 – OLX

Opala realmente é uma paixão para os aficcionados…

E certamente você que está lendo estas linhas o é! O que mais explica eu ficar mais de dois meses sem colocar uma atualização sequer aqui neste nosso cantinho virtual e ainda ter, em média, 150 visitas por dia? É coisa de louco mesmo. Na qual, honrosamente, me incluo! 🙂

Mas vamos aos negócios.

O nosso querido Titanic continua firme e forte na reforma – mais do que eu, até. Ainda que já tenhamos evoluído um bocadinho mais nO Projeto, eu e o “Seo Waltair” continuamos honrando nosso bom e velho acordo, onde ele não tem pressa e eu não tenho dinheiro.

E esse é o ponto.

A crise chegou.

Nestes difíceis tempos de contas a pagar, rematrícula dos (três!) filhotes, contas a pagar, cartões de crédito, contas a pagar, cheque especial, contas a pagar, final de ano chegando, contas a pagar, empréstimos e o escambau, o caixa tá pra lá de baixo. Aliás, eu já falei que tenho contas a pagar?…

Então, caríssimos, achei por bem entrar em modo de “contenção de danos”. E, para isso, vão-se os dedos e fiquem os anéis…

Não. Péra.

Vão-se os anéis e fiquem os dedos!

Aí, sim.

E, assim o sendo, dentre outras medidas, vi-me obrigado em colocar à venda o nosso querido Cruzador Imperial. Vocês já o conhecem – em detalhes – daqui mesmo, do blog, desde quando o comprei.

Então, caso haja algum interessado, os detalhes estão no anúncio lá no OLX. Basta clicar na imagem abaixo, ok?

É isso.

Anúncio no OLX!

Extintores em extinção

Cês tão de sacanagem…

Depois de toda a correria, de toda a gastança, de toda a multança, depois de o extintor ABC ter simplesmente desaparecido da face da Terra – gerando um “mercado paralelo” pra lá de lucrativo – agora o Contran me vem com essa?

Oi? Não estão sabendo? Então. Não é que o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) informou nesta última quinta-feira, 17 de setembro, que o uso da porra do extintor nos automóveis e veículos comerciais leves passará a ser facultativo? Pois é. Essa decisão foi anunciada por Alberto Angerami, presidente do órgão e diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Entretanto a obrigatoriedade do equipamento será mantida nos veículos de uso comercial, de transporte de passageiros e de produtos inflamáveis (líquidos e gasosos), tais como caminhões, microônibus, ônibus e o escambau.

Olha só: é de conhecimento até do reino mineral que o brasileiro, de um modo geral, não tem nenhuma noção de como utilizar um extintor. Os exames para tirar habilitação são uma piada e não é realizado nenhum tipo de curso preparatório. Nem mesmo para utilização daquela idiotice dos kits de primeiros socorros “obrigatórios” (quem lembra?) – que continham dois rolos de ataduras de crepe, um rolo pequeno de esparadrapo, dois pacotes de gases, dois pares de luvas e uma tesoura sem ponta. No caso de um acidente com vítimas o que é que você faria com isso, hein McGyver?. Ora, invariavelmente, numa emergência qual é a primeira reação do motorista – ainda mais no caso de fogo? Sair correndo e o carro que se foda.

E sabem o porquê dessa decisão do Contran?

Simplesmente porque descobriram que as “inovações tecnológicas introduzidas nos veículos aumentaram a segurança contra incêndios”… Isso aliado ao fato de que, num levantamento feito pela Associação Brasileira de Engenharia Automativa, constataram que nos acidentes com incêndio somente cerca de 3% dos motoristas é que usaram o extintor. E, ainda assim, não se tem informação se usaram da maneira correta…

Aliás, consta que nos Estados Unidos e na maior parte da Europa não existe a obrigatoriedade – sabem o porquê? É que as “otoridades” consideram que a falta de treinamento e despreparo dos motoristas no manuseio gerariam ainda mais riscos que o próprio incêndio em si!

Enfim, a decisão foi tomada, mas, até onde sei, ainda não foi baixada portaria, resolução ou seja lá o que for. Enquanto isso não ocorrer “formalmente”, a fiscalização continua e a punição para quem não estiver com o equipamento ou para quem estiver com o equipamento com prazo de validade vencido implica numa multa no valor de R$127,69 e cinco pontos na carteira de habilitação.

Mas não demora muito, cedo ou tarde ainda poderemos dar outra utilização para aquele suporte do extintor…

O início do fim…

…dessa etapa!

E eis que na usual visita semanal, uma grata surpresa me aguardava…

Mas antes vamos falar um pouco da situação geral e dos porquês das coisas. Muita gente já me questionou – ao vivo e online – se eu não estava sendo “enrolado”. Sempre fui muito veemente e categórico em deixar claro que NÃO, não era nada disso, que o meu “acordo” com o Seo Waltair era de que trabalhasse absolutamente sem pressão, no tempo e no modo dele. Tá certo que ficamos um bom tempo de molho à procura de um câmbio de cinco marchas (lembram?), até que desisti. Ao menos, por enquanto.

Ainda assim restava o motor, que já tinha sido enviado para retífica e nunca que voltava. Tem coisa de umas duas semanas que, num proseio com o Seo Waltair ele me contou o que havia corrido. Isso porque até mesmo ele já estava ficando encafifado com essa demora toda e resolveu ir até lá para saber o que estava acontecendo.

E o caso, ao que parece, foi que o dono dessa retífica tinha dois funcionários de extrema confiança, um que cuidava do administrativo e outro que o ajudava no dia a dia com os motores. Caboclo bão de serviço e que era o braço direito dele. E eis que o cara do administrativo, assim de uma hora pra outra, resolveu sair, deixando-o na mão. Só com isso já não foi nada fácil ter que conciliar tudo, toda aquela papelada, compromissos, pagamentos e mais as retíficas. Mas ainda assim foi tocando seu negócio. Até que o cara da mecânica também resolveu sair. Aí o mundo ficou muito mais complicado – até por conta de que não seria nada fácil encontrar outro sujeito desses no mercado ou, pior, ter que treinar alguém do nada!

E então veio o golpe de misericórdia.

O desinfeliz do mecânico entrou com uma reclamação trabalhista contra ele! Aí sim a coisa despirocou de vez. Ele que já havia ficado magoado com a saída do rapaz, ficou então totalmente desacorçoado. Perdeu o rumo, a mão, a vontade. E levou tempo para se recuperar. Um bom tempo. Mas como tudo na vida tem um limite (inclusive o cheque especial), ele conseguiu superar esse abalo e, aos poucos, foi voltando à sua normalidade, seu dia a dia, seus compromissos e assim por diante. E, dentre esses compromissos, um deles era exatamente a retífica do meu motor. Que foi entregue!

E quem veio me contar, todo pimpão, foi o filho do Seo Waltair!

Disse-me que ainda faltavam outras partes, como o pistão, anéis, etc – ou seja, o kit completo – mas que agora eles iam começar a montagem.

E, só pra constar, com a retífica, ainda que imperceptivelmente, a cilindrada do motor aumentou. Pois fazer uma retífica nada mais é que “alargar” um pouquinho os cilindros, no caso em 0,25mm (padrão para a primeira retífica). Aliás, para que entendam um pouco melhor essa história, saibam que “cilindrada” tem a ver com o “tamanho de motor” e é a medida do volume total dos cilindros em centímetros cúbicos. Assim, 1.000cc equivale a 1 litro. Por exemplo, um motor de 500cc com 2 cilindros significa que num cilindro, com seu pistão na posição mais baixa, cabe o conteúdo de um copo de 250ml, ou seja, cada cilindro é de 250cc, o que multiplicados por 2 cilindros somam as 500cc.

No caso do Opala seis cilindros (4.1) a “cilindrada oficial” é de 4.095.336mm³; com a primeira retífica, vai para 4.137.048mm³. Se é que não errei na conta…

Mas o mais legal foi ver a animação do rapaz, pois ele veio me perguntar se eu iria querer pintar o motor com a cor original – já sugerindo que o motorzão todo vermelho no Opala laranja poderia ficar esquisito. Como eu percebi que ele já havia pensado bem no assunto, lembrei-o de que eu estava reformando o Titanic, e não restaurando. “Desembucha”, eu lhe disse.

Então ele me levou para um outro canto da oficina e me mostrou como estava a tampa, pintada de preto.

E já sugeriu fazer a mesma coisa com as tampas laterais do motor, porque daí daria uma quebrada e ficaria muito mais bonito. Fiquei feliz com a empolgação dele e garanti que ele poderia dar asas à imaginação, pois no meu íntimo eu já tinha certeza que ele seria tão caprichoso quanto o pai.

E só pra completar ele já sugeriu fazer uma fina linha vermelha nas letras da tampa…

Enfim, é isso. Aguardem cenas dos próximos capítulos – que, garanto-lhes, em breve virão! 😀

Em tempo: Caso queiram saber como foi a conta matemágica para se chegar na cilindrada do motor, eis a fórmula:

(PI x r² x h) x n, onde:

PI = 3,1416

r = raio do pistão ao quadrado (metade do diâmetro, que é de 98,43mm)

h = curso do pistão no cilindro (que é de 89,7mm)

n = número de cilindros (que são os 6 canecos do 4.1)

Aiô, Silver!

Olá comunidade Opaleira!!!

Bem, ao menos aos quatro ou cinco que ainda “ousam” passar por aqui…

Estava preparando um longo texto acerca das últimas ocorrências com o nosso querido, amado, idolatrado Titanic, em especial acerca da dificuldade de encontrar as buchas necessárias para a retífica do motor, já com imagens e minhas pseudo-explicações técnicas sobre o que são e o que fazem, mas… a vida é uma caixinha de surpresas! Ou seja, o trabalho tem me consumido e nos finais de semana o ânimo para escrever tem me fugido…

Mas o que aconteceu hoje necessitava ser compartilhado!

Fui até lá na mecânica do “Seo” Waltair para a semanal visita ao moribundo, saber a quantas anda tudo, se precisava de algo ($$$), enfim, coisas do gênero. Tudo sob controle e a montagem do motor (talvez) comece na próxima semana. E sempre que falo isso vou me lembrar do filme Um dia a casa cai… Quanto tempo para ficar pronto? “Two weeks”. Sempre.

Mas, enfim, já estava até indo embora quando o bom velhinho, com um olhar maroto, me perguntou:

“Já te mostrei o Opala que está lá embaixo?”

Por “lá embaixo” entenda-se a casa ao lado da oficina, com uma frente gigantesca toda gramada.

“Não.”

“Então vamos lá!”

Fiquei curioso e o acompanhei. E ele animado para me mostrar o que queria mostrar – tanto que, naquele momento, chegou uma cliente pedindo para ele dar uma voltinha com ela para ouvir um barulho diferente no carro. Ele pediu para que ela esperasse um pouquinho, que já voltava. E lá fomos nós.

Já do portão entendi o porquê ele queria me mostrar aquele Opala…

Clique na imagem para ampliar!

Lindo! Ainda mais se considerarmos a capota de vinil, que acentuou ainda mais seu charme todo próprio!

Clique na imagem para ampliar!

Por mais que olhasse e procurasse (à exceção da letrinha “R” faltando na frente), o carro realmente estava impecável em todos os detalhes!

Clique na imagem para ampliar!

Se não original, tudo ao menos em perfeitíssimo estado de conservação!

Clique na imagem para ampliar!

E mesmo eu, que não sou lá muito fã de bancos de couro, não pude deixar de apreciar – e muito – os detalhes e o esmero do estofamento…

Clique na imagem para ampliar!

Mas, por incrível que pareça, esse ainda não era o ponto.

O que ele queria mesmo me mostrar era outra coisa.

Depois de admirar o carro e dar uma e outra e outra volta em torno do mesmo (com a cliente lá na oficina ainda esperando e ele sem pressa nenhuma), então me pediu para abrir o capô.

“Zuzo bem…”

Procurei a alavaquinha, bem escondidinha lá no fundo e puxei.

Enquanto isso ele levantou e apoiou a tampa do capô.

Saí de dentro do carro e fui dar uma olhada…

Clique na imagem para ampliar!

É brincadeira????

Clique na imagem para ampliar!

Um belo de um motor de Silverado, perfeitamente adaptado dentro da criança!

Eu sempre costumo dizer que os motores de Opala são plug-and-play, pois são possíveis de adaptar em praticamente qualquer carro. Até num Fusca, eu já vi! Mas que o cofre do motor do Opala também tinha a capacidade de receber “monstros” como esse, juro que eu não sabia que era possível!

Enfim, ainda que não tenha notícias frescas de nossa aventura opalística, ao menos pude compartilhar essa linda visão que tive hoje pela manhã…

🙂

O Tanque

Não.

Péra.

Não é nada disso.

Estamos falando de tanque, sim, mas é de combustível…

Em particular o do Titanic.

Que nada deve para uma peneira. Das boas.

Explico. Como agora retomamos a montagem do carro… Hein? O quê? Eu não havia falado disso? Pois é, vejam só… Tendo abortado a busca ao sagrado câmbio perdido, foi questão de tempo – e pouco – para finalmente darmos o próximo passo, qual seja, a retífica. Ainda pretendo falar um pouco mais disso por aqui, mas por enquanto basta saber que ela já foi providenciada. Nesse meio tempo o Seo Waltair saiu à busca de suportes para o radiador (mudamos o motor para 6 cilindros, lembram?) e cuidou de dar um trato no tanque.

Mas nem foi preciso muito…

Ao simplesmente tirar o excesso de barro e pó que se acumularam no decorrer dos últimos anos, já ficaram nítidos os furos. A corrosão veio de dentro pra fora. Nem foi preciso uma escova de aço para que os malditos furinhos aparecessem…

Faltou dar um zoom, mas creiam-me: eles estavam lá. Como se algum tipo de cupim de metal tivesse feito alguma reinação no pobre do tanque. Estrago digno de um Megatron avariado…

Bem, constatado o óbvio, o negócio é seguir em frente. A busca por um outro tanque, de metal mesmo. Segundo ele, adaptar um de “plástico” teria mais inconvenientes que vantagens, desde a fixação até mesmo a regulagem do marcador de combustível. E já concordamos que nada de buscar tanque usado. Se é pra fazer certo, que seja novo, então.

Ele vai fuçar do lado dele e eu do meu.

E, cá do meu lado, numa fuçadinha básica encontrei um de 65 litros lá na Jocar. Da marca Igasa, recomendado para Opalas de 82 a 84. Quase quatrocentos contos! Mas, se servir, bem, pelo menos em dez vezes no cartão eles fazem. E, na atual conjuntura, com tudo mais que ainda precisaremos para que o Titanic volte à vida, isso já me daria um fôlego gigantesco…

Encavalando o proseio…

Depois de já ter concluído este post lembrei-me que em algum lugar já havia visto uma matéria um pouco mais completa sobre tanques. Não tive dúvidas: fui dar uma fuçada na minha modesta biblioteca e encontrei o que queria lá na revista Opala & Cia nº 27. Muito boa e única do gênero que se mantém. Royalties, please. Aceito na forma da revista nº 2 que é a única que falta na minha coleção! 🙂

Mas voltemos ao assunto – e, pra variar, com um pouco de história.

Quando foi lançado no mercado o tanque da linha Opala não fugia do tradicional. Os modelos da época, tanto o 3.800 quanto o 2.500, possuiam um tanque feito com chapa de aço estampada e bocal metálico, com capacidade para 55 litros. Em 1975, com a reestilização da linha, houve alterações nas tampas dos reservatórios, mas não com relação aos tanques em si. Mais tarde, em 1979, por conta da crise do petróleo, a capacidade do tanque foi ampliada para 65 litros para garantir uma maior autonomia – principalmente porque surgiu a versão com motor a álcool, cujo consumo era bem maior

Os tanques da época – tanto para motores gasolina quanto para motores a álcool – tinham a chapa tratada com estanho para evitar a corrosão. Em 1984 a autonomia melhorou ainda mais, pois o Opala a álcool passou a ser equipado com um tanque ainda maior, de 88 litros. Já a partir de 1990 foi adotado para toda a linha o tanque plástico de 91 litros, de polietileno de alta densidade e alto peso molecular.

Já ouvi dizer que existiriam tanques até maiores, de modelos especiais, mas sinceramente não encontrei nada sobre o assunto.

O que não dá pra deixar de lado é, no caso de mudança do tanque, mudar também a boia de combustível, colocando um modelo que seja compatível, sob risco de ser enganado pelo marcador…