Contando farol – parte 2 de 3

Domingo pela manhã, acordo cedo como sempre (maldito relógio biológico!), junto toda aquela minha peçaiada do farol, pois quero “brincar um pouco” com isso antes do compromisso do dia – batizado de meu sobrinho-neto e almoço com a família.

Quando da desmontagem do carro, quem retirou os faróis foi meu pai (na época do início da “funilaria grossa”, Segunda Fase desta nossa aventura), de modo que eu não tenho a menor ideia de como seria montá-los novamente. Como material de referência eu tenho de sobra, fui consultar o Catálogo de Peças e Acessórios da Chevrolet para ter alguma vaga noção de como seria montar essa bagaça.

Fodeu.

Saporra não vai ajudar muita coisa não. Deixa eu dar uma fuçada na Internet pra ver se encontro alguma coisa mais concreta…

É… Já melhorou um bocadinho. Mas ainda não sei a ordem da montagem, nem onde encaixar essa mola e os breguetezinhos que vão encaixados do lado do farol para regulagem. Mas já tá miorando. Vamos fuçar mais um pouquinho.

Hmmm… Agora sim. Algumas partes eu consigo montar aqui, mas o restante vai ser diretamente no carro mesmo.

Bom, mesmo essa “montagem local” precisa de alguns cuidados. O farol do Opala é do tipo selado (Sealead Beam), ou seja, dentro dele já vem o pacote completo: farol baixo, alto e lanterna. A montagem dele em seu suporte não é difícil nem complicada, uma vez que somente existe UMA posição que dá para encaixá-lo.

Então. Aquelas arestas ali devem estar nestes sulcos aqui:

Uma vez encaixado na posição correta, basta sobrepor o aro e fixar o conjunto com pequenos parafusos de rosca soberba.

Na hora da montagem final temos ainda essa cobertura e mais o reforço que vão fazer parte do conjunto completo.

Ainda não tenho nem ideia de como vai acabar essa montagem do farol. Mas isso fica pra amanhã, pois agora tenho um batizado pra ir!